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segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Dormitório do Mosteiro de Alcobaça


ALCOBAÇA: Dormitório do Mosteiro de Alcobaça.

O Dormitório, que se localiza no primeiro andar, tem o comprimento de 66,5 m e a largura de 21,5m até 17,5m sobre o lado oriental total da parte medieval da abadia, tendo deste modo uma área de perto de 1300 m². Na forma atual e restaurada, o Dormitório apresenta-se na sua forma medieval original. Na parte superior do lado sul, o Dormitório é aberto por uma grande porta ogival que dá acesso ao transepto a norte da igreja. Antigamente, e nesse local, existia uma escada que descia, cumprindo uma regra cisterciense que obrigava a que o dormitório possuísse duas entradas de acesso.(…) Os monges dormiam no Dormitório todos juntos e totalmente vestidos, sendo separados apenas por uma separação móvel. O abade possuía uma cela própria na parte sul da igreja. Naquele tempo, era esta a disposição existente na maior parte dos mosteiros. A meio do lado ocidental, há uma porta estreita que dava acesso a uma escada em caracol, que hoje dá acesso à cozinha e, na Idade Média, permitia a entrada no Calefatório. Por este lado, havia também acesso ao claustro superior. O Dormitório foi sendo alterado ao longo dos séculos. No início do século XVI, adquiriu um segundo chão, inserido mais ou menos ao nível do capitel dos pilares, continuando a existir um pé direito suficiente. Supostamente, era neste lugar que os noviços dormiam.
O Dormitório, tal como hoje é visível, é hoje uma sala de três naves de enormes dimensões, utilizado fundamentalmente para eventos culturais como, por exemplo, exposições.

Fotografia: © Vítor Ribeiro
info: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mosteiro_de_Alcobaça#Dormit.C3.B3rio

domingo, 27 de outubro de 2013

Mosteiro de São João de Tarouca

TAROUCA: Mosteiro de São João de Tarouca.

Um dos primeiros da ordem de Cister construído e Portugal. Apesar das alterações de que foi alvo nos séculos XVII e XVIII, a igreja do antigo convento não perdeu as suas proporções, com a rosácea e os contrafortes a emprestarem-lhe um carácter medieval.

Fotografia: © Vítor Ribeiro
Texto: Guia das Maravilhas de Portugal

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Igreja de São Domingos (Sé de Vila Real)



VILA REAL: Igreja de São Domingos (Sé de Vila Real).

Sede de um convento dessa ordem fundado por monges vimaranenses em tempo de D. João I (1421) e erigido a partir de 1424, constitui o melhor exemplo transmontano da arquitetura gótica. O plano aqui adotado, despojado e funcional, composto por três naves de três tramos, transepto saliente e cabeceira de capela-mor única, testemunha a cronologia quatrocentista da obra, circunstância reforçada ainda por outros elementos decorativos, como as pilastras chanfradas, os capitéis de folhagem de tipo batalhino, ou a fachada com robustos contrafortes cingindo o portal, este de três arcos apontados, inscrito em gablete e sobrepujado por rosácea.

Fotografia: © Vítor Ribeiro
Texto: http://www.ippar.pt/

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Sé Catedral de Lamego


LAMEGO: Sé Catedral.

Fundada em 1129, ainda mantém a torre quadrada original com as janelas com capitéis lavrados, que constituem belos exemplares do estilo românico do séc. XII, mas sofreu diversas alterações ao longo dos tempos, nomeadamente nos séculos XVI e XVIII. Apesar disso, o conjunto não deixa de impor uma sensação de beleza e de monumentalidade. A fachada atual é o resultado dessas reconstruções. No século de Quinhentos o Bispo D. Manoel de Noronha mandou acrescentar a parte de cima, deixando como selo o seu escudo de armas. No mesmo século construiu-se a notável frontaria, organizada num triplo pórtico, onde se conjugam elementos do Renascimento e do gótico flamejante, formando um conjunto de grande beleza.

Fotografia: © Vítor Ribeiro

quinta-feira, 28 de março de 2013

Padrão do Salado e Igreja da Oliveira

GUIMARÃES: Padrão do Salado e Igreja da Oliveira.

O Padrão do Salado (ou de Nossa Senhora da Vitória) foi erigido em 1342, no reinado de D. Afonso IV, para comemorar a participação portuguesa na Batalha do Salado. O monumento é constituído por um alpendre gótico em granito, que abriga um cruzeiro em calcário dourado.
A Igreja da Oliveira remonta ao século X, fundada pela condessa Mumadona Dias. Contudo, o templo atual é obra do final do XIV, estando a sua origem ligada aos acontecimentos da crise de 1383-85, em homenagem a Nossa Senhora da Oliveira a quem D. João I se encomendara antes da Batalha de Aljubarrota.

Fotografia: © Vítor Ribeiro